lunes, 12 de marzo de 2018



Platão escreveu sua obra na forma de diálogos. Tais diálogo em seio de seu corpus trás opiniões divergentes do autor. Dado a isso, os scorlars platônicos incumbem-se da missão de cronologicizar os textos.





Há um razoável consenso que os diálogos de juventude são os mais braves. Atribui-se o método ao que seria a atividade do Sócrates histórico. Há também os diálogos de período intermediário, nos quais se põe frequentemente o Górgias e o Ménon. Sobre o segundo falaremos mais adiante, ele tem elementos socráticos e platônicos em sua composição. Os diálogos do período intermediário são os mais famosos. Estes são o Fédon, o Banquete e a República. Estes diálogos formam o centro do que pode-se chamar de “platonismo”. Os diálogos posteriores, do período da velhice de Platão são convencionados como incluindo, dentre outros, o Teeteto, o Político, o Filebo e as Leis. Neste último Sócrates (que é o principal interlocutor em grande parte dos diálogos) desaparece. Há também problemas na periodização, como por exemplo o diálogo Timeu, que é comumente atribuído ao período de maturidade do autor porém refere-se à teoria das formas de maneira muito semelhante aos diálogos do período intermediário. Assim como o Parmênides, que tem a forma dos diálogos do período intermediário mas responde críticas atinentes à maturidade do Filósofo. Bernard Williams comenta também que não há nenhuma boa razão para crermos que um diálogo começou a ser escrito após a finalização de outro. Pode ter tido diálogos escritos no mesmo período

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